O Movimento Cidadania Por Freamunde (M.C.P.F.) já recolheu mais de 200 assinaturas para o processo de adesão da população ao manifesto. O repto foi lançado por Fernando Jorge Santos, com o objetivo de fazer oposição à autarquia, nomeadamente as obras que estão a ser feitas na cidade de Freamunde.
Fernando Jorge Santos conseguiu reunir mais de 200 assinaturas de cidadãos descontentes com as obras que se estão a realizar em Freamunde. “O número que estabelecemos em manifesto, para fazer a reunião de formalização do Movimento, era que atingíssemos as 100 assinaturas e este número já dobrou”, referiu ao EMISSOR o líder do movimento, lembrando que o processo de adesão mantém-se.
As reivindicações do Movimento foram sublinhadas por Fernando Jorge Santos. “Queremos respeito pela nossa cidade, em ter voz nos estudos e intervenções urbanas que nos fazem. Queremos respeito pela nossa cidade, em não avançarem com as obras previstas da "Fase 3" e da "Fase 2", expressas no nosso Manifesto. M.C.P.F. está e estará com quem cá mora e com quem cá tem os seus interesses. Não somos partido político, nem estamos contra ninguém. Queremos é respeito pelo nosso passado, pelas nossas tradições e pela salvaguarda dos nossos interesses”, referiu, para depois considerar que a adesão dos freamundenses foi feita por livre vontade individual. “Ninguém andou a pedir assinaturas, nem de porta em porta a falar do Movimento ou a prometer ‘coisas’.
Apenas se colocaram folhas de participação em três lojas de atendimento público, que se disponibilizaram para o efeito e que estão próximas das zonas de intervenção urbana, que o executivo camarário pretende efetuar”, acrescentou.
Por fim, Fernando Jorge Santos deixou uma garantia: “Freamunde não vai ser aqui, a norte do Porto, mais uma cidade alentejana, na sua maioria "bonitas...", sim, "muito arrumadinhas...", mas desertas.
Sem movimento. Entendemos que as intervenções Urbanas têm de ter em conta a melhoria das condições de acesso ao comércio local e não a dificultar-lhe a "vida...", como é o nosso caso”.
Ficou a promessa de ser anunciada em breve uma data para a realização de uma reunião geral para oficializar o Movimento e, assim, “com toda a autoridade, a ‘nova’ direção poder seguir com as reivindicações expressas no Manifesto”, concluiu.
