As obras iniciadas recentemente na extensão da Avenida João XXIII, em Paços de Ferreira, estão a provocar dificuldades no escoamento do trânsito e foram criticadas pelo PSD local. A falta de sinalização e alternativas viáveis ao escoamento do trânsito são alguns dos pontos mencionados pela oposição.
O executivo municipal iniciou recentemente com as obras de requalificação na Avenida João XXIII, em Paços de Ferreira, com extensão até à cidade de Freamunde, estando a provocar inúmeros transtornos para o comércio e moradores. O EMISSOR constatou que, efetivamente, os desvios alternativos estão a congestionar o trânsito em determinadas artérias, com filas demoradas, como se tem verificado na Rua do Carral.
As críticas do PSD Paços de Ferreira ao executivo municipal baseiam-se na falta de estratégias para evitar as dificuldades de mobilidade verificadas no local. “Definir rotas de escoamento de trânsito na zona; Publicitar na imprensa local/redes sociais (como tanto gostam); Colocar sinalização apropriada para o local; Auxílio da Polícia Municipal e/ou GNR na monitorização do trânsito nas zonas de conflito (Ex. Rua de Carral), entre outras ações a elaborar, seriam o mínimo que se exigia. Pois como todos sabemos vivemos momentos difíceis para o comércio e estes constrangimentos deviam ser minimizados”, explicaram os sociais-democratas, lamentando ainda que “não tivessem sido informadas e envolvidas as Juntas de Freguesia das freguesias afetadas pelas obras, a Polícia Municipal, bem como, a Associação Empresarial de Paços de Ferreira e comerciantes”.
Recorde-se que se trata das vias mais movimentadas do concelho de Paços de Ferreira, pela ligação direta ao centro comercial Domovel e ao Ferrara Plaza.
“Estamos cientes que todas as obras originam sempre constrangimentos, contudo, a falta de respeito por todos os que ali circulam diariamente, as pessoas que nos visitam e o comércio, indústria e serviços, que têm relação com aquela rua ou com as ruas afetadas pela obra, é para o PSD de lamentar”, acrescentou o partido, lembrando ao presidente da Câmara Municipal para a importância de regularizar a situação. “O concelho precisa e os pacenses merecem”, concluiu.
