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A Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal da ASAE apreendeu cerca de 4 mil litros de vinho falsificado ou adulterado. Esta operação resultou no âmbito de uma investigação a estabelecimentos que comercializavam vinho tinto e branco com substâncias adulteradas.

A ASAE recolheu amostras de um conjunto de vinhos disponíveis ao consumidor em espaços comerciais para análises laboratoriais e detetou a lotes com inconformidades físico-químicas, com falta de requisitos (defeitos das características analíticas e organoléticas) e em que alguns produtos teriam “origem não vínica, incluindo a adição de corante sintético”, referiu a ASAE, em comunicado.

As fortes suspeitas de falta de genuinidade, os lotes de produtos foram identificados no circuito comercial, em operadores económicos localizados em vários pontos do território nacional, e foram apreendidos cerca de 4 mil litros de produto rotulado e apresentado comercialmente como ‘vinho’ (tinto e branco).

A apreensão realizou-se no âmbito de dois inquéritos-crime abertos para investigar “o crime de Produtos Vitivinícolas anormais, incluindo a sua proveniência, produção e embalamento. A ASAE irá continuar a desenvolver a sua atividade no sentido de prevenir situações suscetíveis de defraudar as legítimas expectativas do consumidor na autenticidade dos produtos bem como garantir a segurança alimentar dos mesmos e manter a confiança dos consumidores”, concluiu.

A TAP registou prejuízos de 118 milhões de euros no ano de 2018. O conselho de administração da empresa justifica este valor negativo com o preço dos combustíveis, da reestruturação e com indeminizações a clientes.

O prejuízo da companhia aérea portuguesa verificado em 2018 não é novidade e já havia rumores de que pudesse ser de valores preocupantes. Agora a TAP veio esta sexta-feira confirmar que o prejuízo atingiu os 118 milhões de euros e contrastar com o lucro de 21 milhões de euros no ano anterior.

A justificação da administração para estes valores teve a ver com 95 milhões de euros tributáveis a custos não recorrentes e extraordinários, relacionados com o aumento do preço dos combustíveis, os custos com a reestruturação e as indemnizações a clientes devido a cancelamentos de voos. Ainda assim, as receitas cresceram 9,1%.

O Departamento de Armas e Explosivos da Polícia de Segurança Pública procedeu, esta sexta-feira, à destruição de 7 mil armas, provenientes dos Comandos da PSP do Porto, Viana do Castelo, Braga, Aveiro, Viseu, Vila Real, Coimbra, Guarda e Castelo Branco.

A família Espírito Santo tem seis propriedades no Paraguai avaliadas em quase 890 milhões de euros. Estes bens escaparam ao arresto que acompanha o processo de insolvência do Grupo Espírito Santo e equivalem a duas ilhas da Madeira.

As seis propriedades agrícolas têm uma área de 130 mil hectares (o equivalente a duas ilhas da Madeira) e estão avaliadas em 884 milhões de Euros, avançou o Jornal Económico, terrenos denominados de ‘Payco’ e comparados pela família Espírito Santo em 1976, durante o Processo Revolucionário Em Curso, numa altura em que a família Espírito Santo tentava recomeçar a sua atividade empresarial fora de Portugal, apostando na América do Sul.

O mesmo jornal refere ainda que a consultora Deloitte está responsável pela venda das propriedades que pode levar a um encaixe entre os 391 e os 1000 milhões de dólares (que correspondem a 884 milhões de euros).

O combate ao crime desenvolvido na dark web está a ser desenvolvido pelas principais forças policiais do planeta e a Polícia Judiciária, no âmbito desta operação, deteve cinco indivíduos pela presumível prática de tráfico de droga, procedendo ainda à apreensão de drogas sintéticas, como ecstasy e LSD.

No conjunto da operação, as forças internacionais conseguiram levar, no geral, à detenção de um total de 61 suspeitos, bem como à desativação de 50 contas de Dark Web utilizadas em variadas atividades ilícitas, procedendo-se, ainda, à apreensão de cerca de 295,5 kg. de diversos tipos de drogas e de mais de 6,2 milhões de euros, dos quais cerca de 4 milhões em cripto moedas, 2,2 milhões em dinheiro vivo e 35.000 euros em ouro.

As autoridades envolvidas acreditam que “através desta operação foi transmitido um forte sinal a todos os indivíduos que se encontrem envolvidos na compra e venda de drogas, produtos contrafeitos, armas de fogo e outras mercadorias ilícitas através da Dark Web, demonstrando a essas pessoas que os seus negócios ilícitos podem ser facilmente detetados pelas autoridades policias”.

Em comunicado, a Polícia Judiciária explicou que “a Dark Web é uma parte da internet que apenas é acessível através de software específico como é o caso do TOR (The Onion Router). Embora disponibilize um espaço de privacidade e liberdade, é também um ambiente fértil para o desenvolvimento de atividades ilícitas por parte de um grande número de criminosos das mais diversas partes do mundo. Nessa medida, a investigação das atividades ilícitas praticadas através da Dark Web tornou-se prioritária para a generalidade das polícias a nível mundial.

A Polícia Judiciária esclarece que as pessoas que eventualmente pretendam adquirir produtos ilícitos na Dark Web correm riscos elevados, podendo elas próprias, com grande probabilidade, tornar-se vítimas de diversas atividades ilícitas.

O que é que acontece a essas pessoas quando, no conforto das suas casas, dão uma ordem de compra no seu computador?

  • Expõem dados pessoais sensíveis a terceiros desconhecidos, inclusive a criminosos;
  • Expõem os seus dispositivos (computadores, tablets, telefones, etc.) ao mais  diverso tipo de software malicioso;
  • Podem receber em casa, depois de efetuarem o pagamento, produtos contrafeitos ou absolutamente nada, drogas que podem matar, armas defeituosas ou diversos tipos de serviço de cibercriminalidade que as vão prejudicar.”

Um recluso foi apanhado com sete telemóveis e uma pequena quantidade de droga escondidos no ânus.

Segundo o Correio da Manhã, o indivíduo foi surpreendido pelos Guardas Prisionais depois de ter regressado de precária ao Estabelecimento Prisional da Guarda, tendo sido alvo de revista, acabando por encontrar, ocultados no ânus, sete telemóveis e uma pequena quantidade de droga.  

Esta revista aconteceu depois de uma investigação da Polícia Judiciária, que já o tinha sinalizado há algum tempo, suspeito de introduzir artigos ilegais na prisão.

Foi aberto um processo e o recluso foi fechado numa cela disciplinar.